Dra. Ceres Vieira, advogada de Família e Sucessões (OAB/PR 67.874) em Ponta Grossa/PR
Direito de Família e Sucessões · Ponta Grossa/PR

Advogada de Família e Sucessões em Ponta Grossa

Sou a Ceres Vieira. Há 13 anos ajudo famílias de Ponta Grossa e da região a resolver inventário, divórcio e pensão com tranquilidade, sempre buscando o caminho do acordo quando ele é possível. Atendo presencialmente no Centro e online para todo o Brasil.

Você chegou aqui com pressa, perdido ou com medo? É normal.

Quem procura uma advogada de família quase nunca está num dia fácil. Pode ser um luto, uma separação, uma preocupação com os filhos. Seja qual for o seu caso, a gente começa pelo primeiro passo, no seu tempo.

Você está com pressa

Precisa resolver rápido, mas não sabe o que dá pra adiantar hoje. Eu te mostro o que já é possível fazer agora e o que vem depois.

Você se sente perdido

Não sabe por onde começar o inventário ou o divórcio. Na primeira conversa a gente organiza o caminho junto, sem juridiquês.

Você está cansado

Já tentou resolver antes e travou. Inventário parado há anos ou herdeiros que não se acertam têm solução, com calma e método.

Você está com medo

Medo de perder algo, de errar, de gastar à toa. Eu explico cada passo com clareza pra você decidir com segurança.

Quem vai cuidar do seu caso

Quem é a Dra. Ceres Vieira, advogada de família há 13 anos em Ponta Grossa

Me chamo Ceres Regina de Aguiar Vieira e há 13 anos me dedico ao Direito de Família e Sucessões, com especialização em Direito dos Contratos. Atendo pessoas físicas de Ponta Grossa e da região dos Campos Gerais que precisam resolver questões de herança, separação, guarda e pensão.

Meu jeito de trabalhar é simples: escuto a sua história com atenção, explico as opções em uma linguagem que você entende e conduzo cada caso com cuidado, do começo ao fim. Atendo no Centro de Ponta Grossa e também online, o que ajuda quem mora em outras cidades da região ou fora dela.

Priorizo o acordo sempre que ele é possível, porque costuma ser o caminho mais tranquilo e menos desgastante para a família.

13 anos ao lado das famílias de Ponta Grossa e dos Campos Gerais.

Direito de Família, Sucessões e Contratos. Atendimento presencial e online, com conversa clara e sem juridiquês.

OAB/PR 67.874 Dra. Ceres Vieira, advogada de Família e Sucessões em Ponta Grossa
Ceres VieiraAdvogada · Titular
Na mídia

Também escrevo para a imprensa da região

Além do atendimento no escritório, participo do debate público sobre direito e cidadania nos veículos dos Campos Gerais.

Dra. Ceres Vieira em publicação no Diário dos Campos
Diário dos Campos Setembro de 2023

Por que planejar a aposentadoria?

Assino em coautoria este artigo sobre a importância de planejar a aposentadoria com antecedência, sobretudo depois das mudanças trazidas pela reforma da Previdência de 2019. É o mesmo cuidado preventivo que levo para cada família que atendo.

Ler o artigo no Diário dos Campos
Áreas de atuação

Como posso ajudar a sua família em Ponta Grossa

Trabalho com três frentes principais do Direito de Família e Sucessões. Escolha a sua situação abaixo. Você já pode me chamar direto sobre o seu caso, presencialmente em Ponta Grossa ou online para todo o Brasil.

Sucessões

Inventário e Partilha

Para famílias que precisam regularizar uma herança

Conduzo inventário judicial e extrajudicial e a partilha dos bens, com foco em resolver o quanto antes e, quando dá, por acordo entre os herdeiros. Também cuido do imóvel que ficou em nome de quem faleceu.

  • Inventário judicial e extrajudicial
  • Partilha de bens entre herdeiros
  • Inventário parado ou acumulado há anos
  • Regularização do imóvel deixado de herança
Saiba mais sobre inventário
Inventário e partilha de bens em Ponta Grossa
Família

Divórcio

Para quem está se separando e quer resolver com tranquilidade

Divórcio consensual ou litigioso, organizando a partilha dos bens e as questões dos filhos numa coisa só. Busco o caminho mais tranquilo para cada situação, principalmente quando há crianças envolvidas.

  • Divórcio consensual
  • Divórcio litigioso
  • Partilha de bens do casal
  • Guarda e convivência dos filhos
Saiba mais sobre divórcio
Divórcio consensual e litigioso em Ponta Grossa
Família

Pensão Alimentícia

Para pais e responsáveis que precisam fixar, revisar ou cobrar

Fixação, revisão e cobrança de pensão alimentícia, sempre olhando para a realidade da família e o interesse dos filhos. Se o valor não faz mais sentido ou se a pensão não está sendo paga, dá pra resolver.

  • Fixação de pensão
  • Revisão do valor
  • Cobrança de pensão em atraso
  • Guarda e alimentos dos filhos
Saiba mais sobre pensão
Pensão alimentícia em Ponta Grossa

Também atuo com Direito Civil, regularização de imóveis e usucapião. Se a sua questão é da família, vale a conversa.

Por que me procurar

Um jeito de trabalhar pensado para a sua tranquilidade

Resposta sem demora

Sei que quem me procura precisa de respostas. Retorno os contatos com atenção e te digo com clareza o que dá pra fazer, sem te deixar no escuro.

Acordo sempre que é possível

Quando existe espaço para um acordo, eu busco. Costuma ser o caminho mais tranquilo e menos desgastante para a família, e evita anos de disputa.

Conversa sem juridiquês

Explico cada passo em português claro. Você entende o que está acontecendo, quais são as opções e o que esperar de cada uma antes de decidir.

Honestidade sobre o seu caso

Falo com franqueza sobre os caminhos reais. Prefiro que você conheça a situação de verdade a criar uma expectativa que não se sustenta.

Como funciona

Do primeiro contato até a solução, passo a passo

Você não precisa saber nada de Direito para começar. O caminho é sempre este:

1

Primeiro contato

Você me chama pelo WhatsApp e conta, com suas palavras, o que está acontecendo. Já te digo se é algo que eu atendo e qual o próximo passo.

2

Análise do caso

A gente conversa com calma, presencialmente ou online, e eu analiso os documentos que você tiver. Aqui você entende as opções possíveis.

3

Estratégia e acordo

Traço com você o melhor caminho. Sempre que dá, tento resolver por acordo entre as partes, que é mais tranquilo e menos desgastante.

4

Resolução

Conduzo o inventário, o divórcio ou a pensão até o fim, te mantendo informado de cada etapa, seja pela via do acordo ou pela via judicial.

Acordo em Direito de Família, com documentos sobre a mesa, em Ponta Grossa

Sempre que é possível, a gente resolve pelo caminho do acordo

Tirar uma dúvida no WhatsApp
Onde atendo

Atendimento em Ponta Grossa e online para toda a região

Meu atendimento presencial fica no Centro de Ponta Grossa, no Paraná. Também atendo online por chamada de vídeo, o que ajuda muito quem mora nas outras cidades dos Campos Gerais ou fora da região.

Se você não é de Ponta Grossa, isso não é problema: boa parte do acompanhamento pode ser feita a distância, com a mesma atenção.

Ponta GrossaCarambeíCastroPalmeiraTelêmaco BorbaTibagiPiraí do Sul

Como falar comigo

Onde atendoAv. Dr. Vicente Machado, 777 - Centro, Ponta Grossa/PR, 84010-000
WhatsApp e telefone(42) 99927-5151
HorárioSegunda a sexta, 9h às 17h
Mandar mensagem agora
Análises em profundidade

Entenda melhor cada situação antes de decidir

Reuni aqui três leituras mais completas sobre os assuntos que mais aparecem no dia a dia de família e sucessões. São textos para quem quer compreender o caminho com calma, com a base legal explicada em linguagem simples.

O que reúne o Direito de Família e o Direito das Sucessões

A Constituição Federal reconhece a família como base da sociedade, no seu artigo 226, e é a partir dela que se organizam dois grandes campos do Direito Civil. O Direito de Família cuida das relações em vida: casamento, união estável, divórcio, guarda dos filhos, convivência e alimentos. O Direito das Sucessões cuida do que acontece quando alguém falece, ou seja, a herança, o inventário e a partilha dos bens. Os dois estão reunidos no Código Civil, a Lei 10.406 de 2002, e na vida real quase sempre se encontram. Uma mesma família pode precisar organizar um divórcio hoje e, anos depois, um inventário. Enxergar as duas áreas em conjunto ajuda a entender a história inteira, e não apenas o problema isolado que trouxe você até aqui.

Os sinais de que é hora de buscar orientação

Muita gente adia procurar um advogado por achar que o assunto ainda pode esperar, ou por receio do que vai descobrir. Alguns sinais, porém, indicam que vale a pena conversar o quanto antes:

  • Um familiar faleceu e deixou bens, mesmo que poucos, e ninguém sabe como transferir o que ficou
  • Você está se separando e tem dúvidas sobre partilha, guarda dos filhos ou pensão
  • A pensão alimentícia precisa ser fixada, revista ou parou de ser paga
  • Existe um imóvel da família sem escritura, sem registro atualizado ou ainda em nome de quem já faleceu
  • Os herdeiros não estão conseguindo chegar a um acordo entre si

O peso da experiência na área, sem promessa de resultado

Atuo há treze anos dedicada ao Direito de Família e Sucessões, com especialização em Direito dos Contratos. Isso não é garantia de nada, porque cada caso é único e depende de fatos que fogem ao controle de qualquer advogado. O que a experiência oferece é outra coisa: a capacidade de antecipar situações. Reconhecer quando um inventário pode seguir pelo cartório em vez da Justiça, quando um acordo de divórcio precisa de cuidado extra por causa dos filhos, ou quando um documento antigo pode travar uma partilha mais adiante. Como advogada de família e sucessões em Ponta Grossa, começo sempre por entender a realidade de quem me procura antes de falar em qualquer processo.

O caminho do consenso, sempre que ele for possível

Boa parte das questões de família e sucessões pode ser resolvida por acordo, sem uma longa disputa judicial. O próprio Código de Processo Civil, a Lei 13.105 de 2015, coloca a conciliação e a mediação como etapas centrais do processo, nos artigos 165 a 175, e existe até uma política nacional de tratamento adequado dos conflitos, a Resolução 125 de 2010 do Conselho Nacional de Justiça. Além disso, a Lei 11.441 de 2007 permite fazer inventário, partilha e divórcio consensual diretamente em cartório quando há acordo entre as partes. Buscar o consenso costuma significar menos tempo, menos desgaste emocional e mais controle das pessoas sobre o próprio resultado. Quando o acordo realmente não é viável, o caminho judicial continua disponível e conduzido com o mesmo cuidado.

Base legal: art. 226 da Constituição Federal; Livro IV do Código Civil (Lei 10.406/2002); arts. 165 a 175 do Código de Processo Civil; Resolução 125/2010 do CNJ; Lei 11.441/2007.

Regularizar cedo não é assunto só de quem tem muito patrimônio

Existe a ideia equivocada de que inventário, partilha e organização familiar só interessam a quem tem grande patrimônio. Na prática, costuma ser o contrário. Quanto menor o patrimônio, mais cada bem pesa na vida da família e mais importante é regularizar cedo, para evitar que uma casa, um terreno ou um carro fiquem travados por anos. Resolver a tempo protege o direito dos filhos, evita o acúmulo de custos e impede que um problema simples vire um conflito entre parentes. Atendo pessoas de Ponta Grossa e de toda a região dos Campos Gerais, como Carambeí, Castro, Palmeira, Telêmaco Borba, Tibagi e Piraí do Sul, além do atendimento online. O primeiro contato serve para você entender as opções e decidir com calma, no seu tempo.

Por que o acordo costuma ser o melhor caminho

Em questões de família, o conflito raramente termina quando o processo termina. Pais continuam sendo pais depois do divórcio, irmãos continuam sendo irmãos depois do inventário. Por isso, sempre que é possível, busco o acordo antes de transformar a situação em uma disputa. Um acordo bem construído protege as relações que vão continuar existindo, reduz o tempo de espera e devolve às próprias pessoas o controle sobre o resultado. Em vez de deixar a decisão inteiramente nas mãos de um juiz, a família participa da construção da solução. Isso não significa abrir mão de direitos: significa buscar o mesmo objetivo por um caminho menos desgastante.

A diferença entre conciliação e mediação

Os dois métodos aproximam as partes, mas funcionam de formas diferentes. Na conciliação, o conciliador pode sugerir soluções e é mais indicada quando não havia um vínculo próximo entre as pessoas. Na mediação, o mediador não propõe a solução: ele ajuda as próprias partes a se ouvirem e a chegarem a um entendimento, o que combina melhor com relações continuadas, como as de família. O Código de Processo Civil trata dos dois nos artigos 165 a 175, e a mediação tem lei própria, a Lei 13.140 de 2015, que organiza como o procedimento acontece dentro e fora do processo.

Base legal: arts. 165 a 175 do Código de Processo Civil; Lei 13.140/2015 (Lei de Mediação); Resolução 125/2010 do CNJ.

O que pode ser resolvido por acordo

  • Divórcio consensual, com a definição da partilha, da guarda e da convivência dos filhos
  • Fixação e revisão de pensão alimentícia, quando há diálogo entre as partes
  • Inventário e partilha, quando os herdeiros são maiores, capazes e estão de acordo
  • Divisão de um imóvel comum que ficou sem partilha em um divórcio antigo
  • Organização da convivência dos filhos com cada um dos pais e com os avós

Acordo em cartório: quando ele é possível

Quando há consenso, muitos desses assuntos nem precisam ir à Justiça. A Lei 11.441 de 2007 abriu a possibilidade de fazer inventário, partilha e divórcio consensual por escritura pública, diretamente no cartório de notas, desde que as partes estejam de acordo e assistidas por advogado. As regras desse procedimento foram consolidadas pelo Conselho Nacional de Justiça na Resolução 35 de 2007 e, mais recentemente, no Código Nacional de Normas do Foro Extrajudicial, o Provimento 149 de 2023. O caminho do cartório costuma ser mais rápido, mas exige que todos os requisitos estejam presentes, e é justamente essa análise que faço antes de indicar por onde seguir.

Quando o acordo não é possível

Nem toda situação permite consenso, e tudo bem. Quando a outra parte não quer conversar, quando existe um desequilíbrio grande entre as pessoas, ou quando há um direito que precisa ser protegido com urgência, o caminho é a Justiça. Buscar o acordo primeiro não é sinal de fraqueza, e recorrer ao processo quando ele é necessário não é sinal de briga. É a escolha da ferramenta certa para cada caso. Em qualquer dos dois caminhos, o meu papel é explicar cada passo para que você entenda o que está acontecendo e decida com informação.

Chegar sem saber por onde começar é o mais comum

A maioria das pessoas que me procura chega exatamente assim: sem saber qual é o primeiro passo, com pressa de resolver, cansada de já ter tentado antes, ou com medo de perder algo. Se esse é o seu caso, saiba que você não está atrasado nem despreparado. Faz parte do meu trabalho organizar o caminho com você, e ninguém precisa entender de Direito para dar o primeiro passo. O começo é sempre uma conversa em que você me conta a situação com as suas palavras, e a partir dela eu ajudo a separar o que é urgente do que pode esperar.

O que você não precisa ter pronto

Um receio frequente é o de que só faz sentido procurar um advogado quando já se tem toda a papelada em mãos. Não é assim. Você não precisa ter todos os documentos, não precisa saber o nome técnico do que está vivendo e não precisa ter tudo decidido. Se já tiver alguns documentos, como certidões, uma escritura de imóvel ou uma decisão judicial antiga, isso ajuda a agilizar. Mas a falta deles não impede o primeiro contato. A gente organiza junto o que for preciso, no ritmo que a sua situação permitir.

Documentos que costumam ser úteis, quando existem

  • Documentos pessoais seus e das pessoas envolvidas (RG, CPF, certidões de nascimento ou casamento)
  • Certidão de óbito, quando o caso envolve um falecimento
  • Escritura, matrícula ou carnê de IPTU de imóveis da família
  • Documentos de veículos, extratos ou comprovantes de outros bens
  • Cópia de acordos, decisões ou processos anteriores, se houver

Como transformo a sua história em um plano

Depois de entender a situação, o passo seguinte é traçar o caminho. Isso significa identificar qual é o procedimento adequado, se ele pode ser feito por acordo ou em cartório, ou se precisa correr na Justiça, e o que fazer primeiro. No caso de um processo judicial, é o Código de Processo Civil que define o que a petição inicial precisa conter, no seu artigo 319, e por isso a organização dos fatos e dos documentos no início evita retrabalho depois. Você recebe essa explicação em linguagem simples, sem juridiquês, para saber onde está pisando.

Custos e acesso à Justiça

Outra dúvida que trava muita gente é a preocupação com os custos do processo. É importante saber que a lei prevê a gratuidade da Justiça para quem não tem condições de arcar com as custas e despesas processuais sem prejuízo do próprio sustento, conforme o artigo 98 do Código de Processo Civil. Se esse for o seu caso, o pedido de gratuidade pode ser feito dentro do próprio processo. Explico esse ponto logo no início, porque ninguém deve deixar de buscar um direito por medo do custo.

Base legal: art. 319 do Código de Processo Civil (requisitos da petição inicial); art. 98 do Código de Processo Civil (gratuidade da Justiça).

O primeiro passo, na prática

Na prática, tudo começa com uma mensagem no WhatsApp contando, em poucas linhas, o que está acontecendo. A partir daí marcamos uma conversa, presencial no Centro de Ponta Grossa ou online, para entender o caso com calma. Você sai dessa primeira conversa sabendo quais são as opções e o que fazer em seguida, sem compromisso de decidir na hora. Dar esse passo com informação, e não com medo, já muda a forma como você atravessa o processo inteiro.

Dúvidas comuns

Perguntas sobre inventário, divórcio e pensão

Reuni aqui as dúvidas que mais escuto. Se a sua não estiver na lista, me chame no WhatsApp que eu respondo com atenção.

Tirar minha dúvida

Das duas formas. Você pode me encontrar presencialmente no Centro de Ponta Grossa ou fazer tudo online, por chamada de vídeo e envio de documentos. Muita gente prefere o online pela praticidade, e funciona bem.

Sim. Atendo pessoas de Carambeí, Castro, Palmeira, Telêmaco Borba, Tibagi, Piraí do Sul e de outras cidades. Com o atendimento online, a distância deixa de ser um obstáculo para acompanhar o seu caso.

Na primeira conversa, o mais importante é você me contar a situação. Se já tiver documentos em mãos (como certidões, escritura de imóvel ou uma decisão anterior), ajuda, mas não se preocupe se não tiver tudo agora. A gente organiza juntos o que for preciso.

De jeito nenhum. A maioria das pessoas chega sem saber por onde começar, e faz parte do meu trabalho organizar o caminho com você. Você não precisa entender de Direito para dar o primeiro passo.

O primeiro passo é reunir as informações básicas sobre a pessoa que faleceu, os herdeiros e os bens deixados. A partir daí, eu avalio se o inventário pode ser feito em cartório (mais rápido) ou se precisa correr na Justiça, e te explico cada opção antes de decidirmos juntos.

O inventário extrajudicial é feito em cartório e costuma ser mais rápido, mas exige que todos os herdeiros estejam de acordo e sejam maiores de idade, entre outros requisitos. O judicial corre na Justiça e é o caminho quando há discordância ou situações que a lei exige levar ao juiz. Eu analiso o seu caso e indico qual se encaixa.

No divórcio consensual, o casal concorda com os pontos principais (partilha, guarda e pensão), e o processo tende a ser mais rápido e tranquilo. No litigioso, existe algum desacordo que precisa ser decidido pela Justiça. Sempre que possível, busco o caminho do consenso, mas conduzo o litigioso com o mesmo cuidado quando ele é necessário.

Sim. O divórcio não depende da concordância das duas partes para acontecer. Quando não há diálogo, o caminho é o processo judicial, em que a Justiça decide os pontos em que não houve acordo. Eu te acompanho em cada etapa desse processo.

O valor é definido a partir do equilíbrio entre a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga. Não existe um número fixo: cada família tem a sua realidade. Eu analiso a sua situação para chegarmos a um valor que faça sentido e que possa ser sustentado ao longo do tempo.

Quando a pensão combinada ou fixada pela Justiça deixa de ser paga, existe a cobrança judicial, que pode incluir medidas para garantir o pagamento dos valores em atraso. Se é o seu caso, me procure para avaliarmos o melhor caminho para resolver.

Vamos conversar

Vamos resolver o seu caso com calma?

Me conte o que está acontecendo pelo WhatsApp. A primeira conversa serve para você entender as opções e decidir com segurança, no seu tempo.

Atendo presencialmente em Ponta Grossa e online para todo o Brasil.

Escritório de Direito de Família acolhedor em Ponta Grossa
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